O MAL APRESENTA ASPECTOS VIRTUAIS

A ideia de mal surge de uma visão distorcida dos determinismos naturais, quando contrariam nossas expectativas pelo bem. Digo distorcida por constatar que o bem e o mal são estranhos aos fenômenos da Natureza. Ora, tal contradição faz os conceitos de bem/mal se tornarem virtuais, pelas próprias condições de nossa espiritualidade e pela tentativa de encontrá-los fora de nós. Tal antropomorfismo torna a discussão sobre tais valores bastante controversa, tornando-nos céticos em relação à sua consistência (anfibologia). Leia mais ›

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CHAPECOENSE : PREDESTINAÇÃO OU ACASO

O conceito de predestinação tem, em primeiro lugar, um conteúdo  cristão: refere-se ao pressuposto de que Deus, sendo onisciente, sabe de antemão quem se salva ou quem vai para o inferno, tendo por base inúmeras citações bíblicas (São Paulo, nas cartas aos romanos e aos filipenses, de forma destacada). No sentido laico, a predestinação se baseia na crença popular de que nada acontece por acaso, de que tudo está previamente determinado, pela evolução sucessiva das ocorrências. Leia mais ›

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O UNIVERSO É, ESSENCIALMENTE, UM PROCESSO VIRTUAL

As virtualidades constituem a realidade primária do mundo cósmico, pois o Universo, precário em sua existência, não possui  nada de permanente  ou estável. Compartilhando com o mundo de nosso saber (ciência, filosofia, arte e religião), permanece fortemente dependente de nossa espiritualidade. PIERRE LÉVY em sua obra O que é o virtual (SP, Ed 34, 1999) nos assegura que o virtual consiste na apreciação do real de uma forma diferente, não estática, mas dinâmica, momentânea, mas não irreal, simbólica, mas não imaginária, holística, mas não abstrata.

Ainda mais, integrado em suas relações  com o mundo quântico, o mundo virtual forma uma trilogia de nossas reduções eidéticas, correspondentes a uma  Trindade divina: mundo cósmico (o Pai), mundo quântico (o Filho) e mundo virtual (o Espírito Santo), tendo por base o princípio: tudo o que está embaixo possui correspondência ao que está em cima. Leia mais ›

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NOSSOS PORTOS: ANTONINA E PARANAGUÁ

Há pouco tempo atrás o Instituto Histórico do Paraná fez distribuir gratuitamente, numa de suas reuniões, uma trilogia de livros de Algacyr Morgenstern, sobre os portos marítimos do Paraná, sendo dois deles sobre Paranaguá (do período de 1648-1935 e de 1935-1985), além de outro sobre a história do porto de Antonina: publicações de 1985, 2006 e 2009. Pouco tempo depois, porém, fui surpreendido com a notícia da morte do autor, o que me levou a pensar que a doação ofertada foi uma das formas com que, de posse das obras, a família proporcionava a seus colegas do Instituto a oportunidade de admirarem e guardarem lembrança pessoal de sua memória. Leia mais ›

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ATA DA REUNIÃO CAFÉ DA MANHÃ DA APL 18 DE OUTUBRO DE 2016.

Aos dezoito dias do mês de outubro, em recinto apropriado do SENAC, teve lugar o tradicional encontro mensal dos integrantes da APL, no qual se deu cumprimento à pauta estabelecida pela Presidente, que contou com as seguintes presenças registradas em livro próprio: João Manoel Simões, Antonio Celso Mendes, Chloris Casagrande Justen, Ernani Buchmann, Eduardo Rocha Virmond, Adélia Maria Woellner, Flávio José Arns, Clemente Ivo Juliatto. Ricardo Pasquini e René Ariel Dotti. Justificaram a ausência os seguintes acadêmicos: Darci Piana, Paulo Torres, Maria José Justino, Albino de Brito Freire e Nilson Monteiro. A leitura do Credo Acadêmico ficou a cargo de Clemente Ivo Juliatto, após a oitiva do Hino do Paraná. Leia mais ›

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