O UNIVERSO É, ESSENCIALMENTE, UM PROCESSO VIRTUAL

As virtualidades constituem a realidade primária do mundo cósmico, pois o Universo, precário em sua existência, não possui  nada de permanente  ou estável. Compartilhando com o mundo de nosso saber (ciência, filosofia, arte e religião), permanece fortemente dependente de nossa espiritualidade. PIERRE LÉVY em sua obra O que é o virtual (SP, Ed 34, 1999) nos assegura que o virtual consiste na apreciação do real de uma forma diferente, não estática, mas dinâmica, momentânea, mas não irreal, simbólica, mas não imaginária, holística, mas não abstrata.

Ainda mais, integrado em suas relações  com o mundo quântico, o mundo virtual forma uma trilogia de nossas reduções eidéticas, correspondentes a uma  Trindade divina: mundo cósmico (o Pai), mundo quântico (o Filho) e mundo virtual (o Espírito Santo), tendo por base o princípio: tudo o que está embaixo possui correspondência ao que está em cima. Leia mais ›

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NOSSOS PORTOS: ANTONINA E PARANAGUÁ

Há pouco tempo atrás o Instituto Histórico do Paraná fez distribuir gratuitamente, numa de suas reuniões, uma trilogia de livros de Algacyr Morgenstern, sobre os portos marítimos do Paraná, sendo dois deles sobre Paranaguá (do período de 1648-1935 e de 1935-1985), além de outro sobre a história do porto de Antonina: publicações de 1985, 2006 e 2009. Pouco tempo depois, porém, fui surpreendido com a notícia da morte do autor, o que me levou a pensar que a doação ofertada foi uma das formas com que, de posse das obras, a família proporcionava a seus colegas do Instituto a oportunidade de admirarem e guardarem lembrança pessoal de sua memória. Leia mais ›

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ATA DA REUNIÃO CAFÉ DA MANHÃ DA APL 18 DE OUTUBRO DE 2016.

Aos dezoito dias do mês de outubro, em recinto apropriado do SENAC, teve lugar o tradicional encontro mensal dos integrantes da APL, no qual se deu cumprimento à pauta estabelecida pela Presidente, que contou com as seguintes presenças registradas em livro próprio: João Manoel Simões, Antonio Celso Mendes, Chloris Casagrande Justen, Ernani Buchmann, Eduardo Rocha Virmond, Adélia Maria Woellner, Flávio José Arns, Clemente Ivo Juliatto. Ricardo Pasquini e René Ariel Dotti. Justificaram a ausência os seguintes acadêmicos: Darci Piana, Paulo Torres, Maria José Justino, Albino de Brito Freire e Nilson Monteiro. A leitura do Credo Acadêmico ficou a cargo de Clemente Ivo Juliatto, após a oitiva do Hino do Paraná. Leia mais ›

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EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ELEIÇÕES PARA DIRETORIA DA APL

Cumprindo prescrições estatutárias, a Academia  Paranaense de Letras fará realizar eleições de sua diretoria para o biênio 2017/18 no dia 14 de dezembro pv, por ocasião de seu tradicional café da manhã. As chapas concorrentes deverão ser encaminhadas à secretaria no endereço eletrônico secretaria@academiaprletras.org.br até o dia 7 de dezembro, para conhecimento geral, devendo constar o preenchimento de todos os cargos constantes do Regimento, como sejam: Presidente, Vice- Presidentes, 1º e 2º secretários, 1º e 2ª tesoureiros, orador, e as comissões de editoriação, comunicação, artes e promoções e observatório da cultura paranaense. Os acadêmicos que não puderem aparecer no dia da eleição, poderão votar por carta, endereçada ao Centro Paranaense Feminino de Cultura.

 

Curitiba, 22 de novembro de 2016

 

Antonio Celso Mendes – Secretário Geral

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O PÓ DE PIRLIMPIMPIM

A exploração intensiva das lavouras de café nas terras virgens e ubérrimas do Norte do Paraná fez com que sua cultura se estendesse por todo o setentrião do Estado, mesmo nas áreas de clima tido como impróprio para a cultura da rubiácia.

Apesar dessas limitações, porém, em 1960 o Paraná chegou à condição de maior produtor nacional de café e a quase um terço da produção mundial. Toda essa riqueza, porém, corria risco constante: o flagelo da geada, como as de 1953 ou 55, que devastaram milhões e milhões de cafeeiros.  E, até então, não se atinava, como preveni-la e evitar seus efeitos desastroso para a economia da região e do país. Recorreu-se à experiência com as frutas cítricas da Califórnia e da Flórida e as vinícolas alemãs. Adotava-se o plantio nas encostas, para favorecer o escoamento do frio; sugeria-se o uso dos fornos a óleo e ventiladores, a prática da nebulização, do chuvisco ou borrifamento. E assim muito se pensou e praticou no assunto, mas em geral essas providências eram tidas por dispendiosas, tamanha a extensão das lavouras. Leia mais ›

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