AS MENTIRAS QUE CONTAM SOBRE A ACADEMIA

Tradição. Cerimônias de posse têm pompa e muita ‘circunstância’

Em 2017, a Academia Brasileira de Letras irá comemorar 120 anos. Criada por iniciativa de Lúcio de Mendonça, reuniu um grupo de 40 escritores, dentre os quais Machado de Assis, à época um de seus mais idosos fundadores. Autor já consagrado, com inconteste ascendência sobre os mais jovens, presidiu a Casa até morrer, em 1908.

Desde cedo a Academia povoou o imaginário da intelligentsia brasileira, provocando reações extremadas de amor e ódio, estas, muitas vezes, provindas de candidatos que não lograram êxito em tentativas eleitorais. De todo modo, no crepúsculo do século XIX o surgimento de uma confraria literária representou decisivo fator para o reconhecimento e a profissionalização do ofício de escritor.

Muitos equívocos e meias mentiras circulam em torno da instituição. Criticamna, por exemplo, por abrigar acadêmicos que não são literatos em sentido estrito. Ora, pautada pelo exemplo da Academia Francesa, a nossa optou por também acolher os chamados “notáveis”, expoentes em várias áreas do saber: diplomatas, juristas, cientistas. Machado de Assis e Joaquim Nabuco divergiram na questão, mas o ponto de vista de Nabuco – favorável a um conceito mais amplo de “humanidades”, em que as letras não tivessem exclusividade – acabou prevalecendo. Isso explica a presença do Barão do Rio Branco, de Santos Dumont e de Oswaldo Cruz no quadro acadêmico.

Grandes nomes – como Érico Veríssimo, Graciliano Ramos, Carlos Drummond de Andrade – não concorreram à ABL. Nunca é demais Leia mais ›

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O COMUNISMO É UMA RELIGIÃO?

Essa pergunta não é nova, e muito já se tem refletido sobre ela.. O comunismo é  uma   religião  – secular, civil?  Parece um paradoxo: como pode uma doutrina sem Deus se chamar de  religião?   Simone  Weil confirma: comunismo é  uma religião, mas no sentido  impuro da palavra. O  pensador francês  Raymond Aron, talvez seja quem mais tenha refletido sobre o tema, para concluir, ao gosto dos marxistas, de que ele é, na verdade,  o “ópio dos intelectuais”.  Já  o nosso pensador  Heraldo Barbuy, de sólida formação católica, decidiu abordar a controvérsia  por si mesmo no livro “Marxismo e Religião”, livre de qualquer influência estranha ou leitura prévia, para confirmar afinal que, à primeira vista sim,  o comunismo se parece com o cristianismo mas no seu conjunto constitui apenas uma versão herética dos seus dogmas. Leia mais ›

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ATA DA REUNIÃO CAFÉ DA MANHÃ DA ACADEMIA PARANAENSE DE LETRAS NO DIA 13 DE JULHO DE 2016.

Aos treze dias do mês de Julho do ano 2016, em sala de refeições do SENAC, teve lugar o tradicional Café da Manhã da APL, que contou com as  presenças dos acadêmicos abaixo nominados: Chloris Casagrande Justen, Antonio Celso Mendes, Ernani Straube, Adélia Maria Woellner, Marta Morais da Costa, Albino Freire, Rui Cavallin Pinto, Ario Dergint, Eduardo Rocha Virmond, Ernani Buchmann, Flávio José Arns, Ricardo Pasquini, Dante Mendonça e Clemente Ivo Juliatto. Justificaram a ausência os acadêmicos Cecília Helm, Ney Freitas, Darcy Piana e Nilson Monteiro.  Leia mais ›

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NOSSAS ESTRADAS DE FERRO

Foram mais de quarenta anos de estudos que fizeram do imortal Edilberto Trevisan o maior historiador ferroviário do Paraná. Antigo funcionário, tornado advogado da Rede Ferroviária Federal, reuniu nesse tempo um rico acervo histórico da Companhia, compondo documentos, dados, peças e partes da atividade ferroviária, que incluem vagões e máquinas de maior porte, que passaram a constituir o patrimônio do Museu Ferroviário do Paraná, instalado em 1972, no Shopping Estação, da nossa cidade.

Trevisan deixou também, entre outras relíquias, o “Ao Apito do Trem”, até hoje o maior relato dos antecedentes da construção da ferrovia de Paranaguá a Curitiba, nosso maior orgulho da engenharia e arte ferroviária.

Numa de suas passagens avivou ainda a idéia de fazer o histórico da estrada de ferro São Paulo Rio Grande. Infelizmente o destino não permitiu que contássemos com a sua contribuição de historiador e cultor da obra ferroviária.

Embora a fundação da Colônia do Sacramento pelo governo colonial português, à frente de Buenos Aires, em 1680, fosse uma afronta ao domínio castelhano do Prata, à época e até o início do século XVIII, o sul do Brasil não era senão um subcontinente do domínio dos índigos caingang e xokleng (botocudos). Até a abertura da estrada do Viamão a Sorocaba (Caminho Real), e sua reforma pelo tropeiro Cristóvão Pereira de Abreu, o viajante ia de navio até Laguna, e daí seguia a pé no caminho do Sacramento. Leia mais ›

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ATA DA POSSE SOLENE DE ANTONIO CARLOS CARNEIRO NETO DIA 25 DE JULHO DE 2016

Aos vinte e cinco dias do mês de Julho de 2016, teve lugar a posse do  novo acadêmico,  no salão nobre do SESC/ SENAC, às 19:30 horas, que ocupará a cadeira nº 40, substituindo Valério Hoerner  Junior e que contou com as seguintes presenças dos acadêmicos: Chloris Casagrande Justen, Ney José de Freitas, Ricardo Pasquini, Adélia Maria Woellner, Maria José Justino, Nilson Monteiro, Antonio Celso Mendes, Paulo Venturelli, Ernani Buchmann, Flávio José Arns, João Manoel Simões, Eduardo Rocha Virmond, Luiz Geraldo Mazza, René Ariel Dotti, Léo de Almeida Neves, Carlos Alberto Sanches, Rui Cavallin Pinto, Aderbal Fortes, Darcy Piana, Ário Dergint, Clotilde Germiniani. Leia mais ›

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