Marta é aquela que lê

“O teatro me deu consciência do falso e do verdadeiro, a diferença entre fazer o papel de outro e ser você mesmo. Tem pessoas que lidam com o teatro e caem de boca na ilusão. Para mim foi ao contrário: o palco me ajudou a ver a ilusão como ilusão. A usar a ilusão a serviço da realidade. É o que a literatura faz”

Matéria publicada na Gazeta do Povo pelo jornalista José Carlos Fernandes, em 24/3/2017, para ler matéria completa: clicar aqui

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