A NOUMÊNICA DO ESPÍRITO

A palavra grega noumenon se refere a tudo que é contrário ao phainomenon, ou aquilo que aparece, o provisório. Ao contrário, o  noumenon diz respeito ao que é essencial, abstrato e perene sob as aparências do material, sensível e instável, e no século V a.C. teve em ANAXÁGORAS  a sua caracterização como espiritual, fonte de vida e emanação do sagrado.   Assim, a noumênica do Espírito dirá respeito às suas características essenciais, às formas peculiares pelas quais Ele se manifesta. Fica fácil então observar que o Espírito, pura manifestação de essência, possui as seguintes reduções paradigmáticas:

O Espírito é luz eterna que transforma o caos em cosmos, pois como se sabe, pelas leis da cosmologia, o Universo evoluiu a partir de ocorrências consideradas aleatórias e excepcionais, para se constituir nisso que ele é, no transcorrer de bilhões de anos, num aglomerado de estrelas que, arrefecendo, tornaram-se planetas habitáveis. Não obstante, para o Espírito, o tempo é apenas o instante, eclosão de uma transformação cósmica que não tem fim. Leia mais ›

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TEMÍSTOCLES LINHARES UM ACENO À SUA LEMBRANÇA

Ainda recentemente quis rever Temístocles Linhares, mais especialmente sua História do Mate, que é entre nós um dos melhores trabalhos históricos com que contamos sobre o nosso ciclo econômico da erva-mate.  Tem texto amplo e extenso com bibliografia de visão nacional e internacional.

Mas, outros títulos ainda maiores ostentam a memória e o renome de Temístocles, descendente de ervateiros e professor emérito de Literatura Brasileira na UFPR, autor de mais de 20 títulos de obras de reconhecimento internacional. Foi professor em Lisboa e, sobretudo, representa o maior crítico literário da história do Paraná, com   um legado que inclui “História do Romance Brasileiro” (3 volumes), “Diálogos sobre o romance brasileiro” e “Diálogos sobre a poesia brasileira”, para deixar de citar outros tantos títulos de igual nomeada. Leia mais ›

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LONDRINA – NOITES BOÊMIAS

Londrina nasceu no centro de um amplo plano de colonização imobiliária da Companhia de Terras Norte do Paraná, subsidiária da Paraná Plantation Syndicate, e, somando tudo, adquiriu 544.017 alqueires de terras, sejam por transferências de concessões como compras do Estado do Paraná, entre 1925 e 1944, para pagar em 12 anos, à medida que as terras fossem vendidas.

Apesar das dificuldades naturais de uma região ainda desconhecida, a Companhia se empenhou num trabalho preliminar de demarcação e regularização de todas as terras e títulos de domínio e posse, muitos deles irregulares e falsos.

Foi, na verdade, um dos empreendimentos imobiliários de maior sucesso no país e talvez no mundo. Leia mais ›

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NOVA ACADÊMICA

Por ampla maioria, a Academia Paranaense de Letras elegeu para a Cadeira nº 22, na sucessão de João José Bigarella, a poeta e romancista Etel Frota.

A nova acadêmica venceu os concorrentes Márcio Renato dos Santos e Carlos Magno Corrêa Dias.

A proclamação do resultado está disponível na página da APL no Facebook.

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ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA DE 13 DE SETEMBRO DE 2017

Aos treze dias do mês de setembro de dois mil e dezessete, no 2º andar das instalações do SENAC, à rua André de Barros, 750, realizou-se mais uma reunião mensal ordinária da Academia Paranaense de Letras, sob a presidência de Ernani Buchmann, estando presentes os seguintes acadêmicos: Eduardo Rocha Virmond, Chloris Casagrande Justen, Adélia Maria Woellner,  Ario Taborda Dergint, Antônio Celso Mendes, Dante Mendonça, João Manuel Simões, Antônio Carlos Carneiro Neto, Flávio Arns, Guido Viaro, Albino Freire, Ricardo Pasquini, Darci Piana, Cecília Vieira Helm, Rui Cavallin Pinto, Carlos Alberto  Sanches, Luci Collin e Marta Morais da Costa. Justificada a ausência do acadêmico Nilson Monteiro.Na abertura da sessão, o presidente Ernani Buchmann saudou a presença de todos e apresentou os convidados da sessão: o escritor Domingos Pellegrini Júnior, o compositor Alberto Júnior Capeletto e o professor Iran Martins Sanches. Leia mais ›

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