ATA DA SESSÃO SOLENE DE POSSE DE LUCI MARIA DIAS COLLIN

Aos trinta dias do mês de outubro de 2017 teve lugar a posse solene da nova integrante da Academia Paranaense de Letras, Luci Maria Dias Collin, no Salão de Atos do Paço da Liberdade, sito à praça Generoso Marques, em Curitiba, às 19h30 horas. Ela ocupará a cadeira nº 32, cujo patrono é Joaquim Chichorro Júnior, substituindo o acadêmico José Wanderlei Resende. Sob a presidência do acadêmico Ernani Buchmann, a sessão contou com a presença dos acadêmicos Adélia Maria Woellner, Nilson Monteiro, Paulo Venturelli, Dante Mendonça, Guido Viaro, Rui Cavallin Pinto, Darci Piana, Ário Dergint, Chloris Casagrande Justen, Clotilde Germiniani, Eduardo da Rocha Virmond, João Manuel Simões e Marta Morais da Costa. Justificaram a ausência os acadêmicos Ernani Straube, Renê Dotti, Maria José Justino e Cecília Vieira Helm. Leia mais ›

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A MATE LARANGEIRA FOI BUTIM DE GUERRA?

A imagem do mapa do Estado, de uma estrada de ferro de curta extensão, isolada de qualquer ligação com a rede ferroviária do país, sempre me despertou especial curiosidade. Porém, mais tarde descobri que se tratava de um seguimento de estrada particular, de transporte de carga e empregados da maior empresa ervateira do mundo, a Companhia Mate Laranjeira, com sede no Mato Grosso.

Foi construída em 1917, para ultrapassar por terra as corredeira do salto das Sete Quedas, do rio Paraná, no transporte fluvial do mate para a Argentina. A estrada de ferro era do tipo decauville, com a extensão de 60 km do território paranaense, ligando a antiga colônia militar de Guairá a Porto Mendes, com paradas intermediárias. Leia mais ›

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ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA DE 11 DE OUTUBRO DE 2017

Aos onze dias do mês de outubro de dois mil e dezessete, no 2º andar das instalações do SENAC, à rua André de Barros, 750, realizou-se mais uma reunião mensal ordinária da Academia Paranaense de Letras, sob a presidência de Ernani Buchmann, estando presentes os seguintes acadêmicos: Eduardo Rocha Virmond, Chloris Casagrande Justen, Renê Ariel Dotti, Clemente Ivo Juliatto, Nilson Monteiro, Adélia Maria Woellner,  Ario Taborda Dergint, Dante Mendonça, João Manuel Simões, Antônio Carlos Carneiro Neto, Flávio Arns, Albino Freire, Ricardo Pasquini, Cecília Vieira Helm, Rui Cavallin Pinto, Luci Collin, Roberto Gomes, Maria José Justino, Léo de Almeida Neves, Paulo Vítola e Marta Morais da Costa. Na abertura da sessão, o presidente saudou a presença de todos, considerando a reunião especial em razão de dois eventos: a palestra em homenagem ao acadêmico doutor Metry Bacila e a eleição para o novo acadêmico a ocupar a cadeira nº 22. Leia mais ›

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CECÍLIA WESTPALEN, A EMBAIXADORA DA NOSSA HISTÓRIA

Em 1983, ao ser recebida no quadro associativo do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Cecília Maria Westphalen, foi saudada pelo seu presidente Pedro Calmon como embaixadora da história paranaense, pela produção considerável e inédita de obras que tem realizado sempre à frente da Universidade Federal do Paraná e das Instituições a que tem emprestado sua rica e incansável contribuição.

Nascida na Lapa, em 1927, Cecília foi descendente do berlinense Eugênio Westphalen, emigrado para o Brasil em 1824 e radicado no Paraná.  Concluídos os primeiros estudos na cidade natal, seus pais e irmãos se transferiram para Curitiba, onde completou o curso normal no Instituto de Educação e, em igual tempo, o curso clássico no Colégio Estadual do Paraná.  Prosseguindo nos estudos ingressou no Curso de História e Geografia, da Faculdade de Filosofia, que concluiu em 1950, e, em duplo caminho, no de Direito, da Universidade Federal, onde também se bacharelou, agora em 1952.  Leia mais ›

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Encontro de acadêmicos em Cornélio Procópio

Representantes de 16 academias de todo o estado participaram, nos últimos dias 20 e 21, no Clube Kai-Kan, em Cornélio Procópio, do XII Encontro de Academias de Letras e Artes do Paraná, organizado pela Academia procopense, sob a presidência de Diná Tereza de Brito, e coordenado por Maria Eliana Palma, presidente da Associação das Academias (ALCA). A próxima reunião, em 2018, por deliberação da Assembleia Geral, acontecerá em Maringá, sob coordenação de Maria Eliana e Jeanette Monteiro de Cnop, presidente da Academia maringaense.

De palestra sobre “gerontolescente”, proferida pelo médico e acadêmico João Batista Lima, em referência às pessoas com mais 60 anos que refletem a vivência pós-guerra, “adolescente da maturidade”, a discussões administrativas da entidade, que aglutina as congêneres de todo o Estado, e ilustrada por apresentações culturais, o XII Encontro teve bom resultado, segundo os cerca de 40 participantes.

O discurso de abertura do evento, feito pela vice-prefeita do município, Angélica Olchaneski, espelha, de certa forma, o tempero entre o conservador e o moderno que convivem em Cornélio Procópio, sob os braços abertos da imagem em bronze do Cristo, no alto da Avenida XV de Novembro. Encravado no Norte Pioneiro, o município, hoje com 79 anos, sediou até os anos 1970 extensas fazendas de café e atualmente, um dos campi da Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

O mesmo ocorre com o Hino de Cornélio Procópio, com letra de Átila Silveira Brasil e música de Rachel de Paula Rodrigues Graciano, ambos fundadores da Academia local. Com DNA de balanço musical moderno e próximo à música popular, muito à frente dos hinos oficiais, destoantes em gênero, grau e número, de quaisquer evoluções. Pouca ressalva há, uma delas a do Hino Nacional, que, embora pomposo, atravessa os tempos com o garbo de letra e música agradáveis. No encontro em Cornélio, ele foi executado por um coral de deficientes auditivos, sob regência da acadêmica Sônia Stefano.

As apresentações lítero/culturais foram outro agradável condimento do encontro. A começar pela ótima palestra “E por falar em literatura”, proferida pela professora Marilu Martens Oliveira, também acadêmica. Sinalizou de forma clara a necessidade de, sempre, estar em pauta a discussão: “O que é literatura”.

Houve várias apresentações artísticas, com corais, grupo de jogral e de dança e música, inclusive do Grupo de Dança Japonesa do Kai-Kan, que brindou aos presentes com a graça e leveza nipônica. O ponto alto, porém, ficou por conta da acadêmica e pianista Ana Cristina Peixoto Vilar, que, ao encerrar a programação, fez um “passeio” pela música popular, interpretada de maneira clássica, de vários países – Brasil, Uruguai, Argentina, Estados Unidos, França, Itália e Espanha/México. Muito aplaudida, teve que acrescentar mais uma interpretação ao seu repertório.

Acadêmicos de todo o Paraná reunidos em Cornélio Procópio.

A professora Marilu Martens Oliveira: “aula” sobre literatura.

Acadêmica Ana Cristina, um show ao piano.

PS: No mesmo local, a escritora procopense Etel Frota, a mais nova incorporada à Academia Paranaense de Letras, para ocupar a Cadeira 22, lançará, no dia 4 de novembro, seu romance “O Herói Provisório”.

Acadêmico Nilson Monteiro

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